26 de abril de 2016

Resenha: George Lucas - Skywalking

Subtítulo: A Vida e a Obra do Criador de Star Wars
Original: Skywalking: The Life and Films of George Lucas
Autor: Dale Pollock
Editora: Generale*
ISBN: 978-85-8461-046-4
Ano: 2016
Páginas: 424
Avaliação: ★★★★★
Sinopse: Reservado e discreto, George Lucas sempre optou por revelar poucos detalhes de sua vida e suas obras. George Lucas é o livro para os curiosos em conhecer o perfil do criador do Mestre Jedi, sua personalidade e seu comportamento nos sets de filmagem. Nesta obra, sua vida revela-se desde a infância e a adolescência rebelde que inspirou Loucuras de verão, passando pelos primeiros filmes na faculdade e culminando no enorme sucesso confirmado pela franquia Star Wars. Dale Pollock fez um extenso trabalho jornalístico ao trazer à tona fatos marcantes: os bastidores das filmagens de sucessos como Loucuras de verão, Star Wars, O Império contra-ataca, Indiana Jones e a arca perdida e O retorno de Jedi; detalhes de seu casamento com Marcia; sua amizade com nomes de peso no mundo cinematográfico como Spielberg e Milius, além da parceria e desavenças com Coppola.


 Que George Lucas é um dos maiores diretores de cinema de todos os tempos isso não é dúvida. Seu estilo perfeccionista e inovador revolucionou uma era e nos trouxe uma das maiores séries séries cinematográficas de todos os tempos: Star Wars. Mas a jornada até aqui não foi tão simples.

 Em George Lucas - Skywalking, Dale Pollock nos traz a biografia completa do diretor de forma detalhada e aprimorada. Conhecemos os detalhes da vida do autor que, até então, não era de conhecimento absoluto do publico.

 O autor deixou a divisão do livro bem clara: em primeiro momento revisitamos o intimo de George Walton Lucas Jr.: sua infância reservada na pequena cidade de Modesto (ao lado de sua irmã Wendy e seus pais, Dorothy e George Lucas [pai]), sua paixão pela magia da TV, os gibis que invadiram sua casa e coração e, principalmente, seu vicio por carros e corridas. Um vício tão forte que quase levou a sua vida em um acidente, mas que, na verdade, trouxe um efeito contrário sob ele: Lucas criou forças e mudou seu modo de ver a vida, traçando um novo destino.

"Chegar até a Universidade do Sul da Califórnia foi um marco na vida de George Lucas. [...] Não é que George quisesse ser o próximo John Ford ou Orson Welles (cineastras), [...] Estava apenas seguindo seu instinto, prestando atenção na voz interna que tinha ouvido desde o acidente, dois anos antes. 'Achei que era melhor tentar fazer o que meu coração dizia ser o certo', diz."
Página 55

 Na obra vemos todo processo criativo, construtivo e cansativo dos maiores sucessos de Lucas criou: Loucuras de Verão, Indiana Jones e obviamente, os filmes do universo Star Wars. Além disso, conhecemos os altos e baixos de sua vida social, como o casamento com Marcia Griffin, sua amizade com o também cineastra Steven Spielberg e suas desavenças Francis Coppola.

 Por tratar-se de um livro publicado em 1983 originalmente, ele possui algumas informações desatualizadas mas que foram citadas, em notas de rodapé, suas atualizações como, por exemplo, os números da franquia Star Wars (arrecadações, colocações em rankings de vendas e popularidade nos cinemas, etc).

 O prólogo ficou por conta de fatos importantes da vida de George Lucas que não estavam presentes até a finalização da biografia, como suas produções posteriores à data (inclusive a controversa trilogia Star Wars I à III), a venda da Lucasfilms para a Disney, a nova trilogia da Saga Star Wars e seus spin-offs.

"Star Wars foi eficaz porque, para todos os seus elementos fantásticos, ele tinha a marca da verdade. George Lucas era o garoto de fazenda de Tatooine, ansioso por escapar da existência segura. Era o jovem iniciado confrontando a um chamado difícil e procurando a força dentro de si para segui-lo. Era o bravo guerreiro lutando contra um Império (Hollywood) que ameaçava até sufocar sua visão e seu espirito."
Página 238

 George Lucas - Skywalking é uma biografia diferente de todas que eu li. Primeiro, por me sentir totalmente imerso nas mais de 400 páginas do livro, o que tornou a leitura excessivamente rápida. Segundo que a pessoa George Lucas favorece que sua história seja contada e nos deixe maravilhado. Lucas sempre foi pés no chão, mas uma loucura ali e outra ali definiram o estilo determinado do autor. Inevitavelmente não vejo como não me inspirar nesse cidadão. Excelente livro.



*Parceria: Editora Évora, Selo Generale

21 de abril de 2016

Eu Indico: Livros para ler em um dia


 Um dia continua com 24 horas. Uma semana continua com sete dias. Mas, com um mundo tão automatizado, agitado e conectado, a sensação é que 40 horas por dia não seriam necessárias para satisfazer todas os nossos objetivos diários. Por isso, há algo que termina sendo bastante sacrificado (além das séries na Netflix): A leitura.

 Diante disso (e aproveitando o feriadão), resolvi separar uma breve lista de obras literárias dos mais diversos gêneros e que, além de curtas, possuem histórias incríveis. Abaixo do slide, há os livros dessa lista com os links das respectivas resenhas já publicadas aqui no blog. 

Confira:

18 de abril de 2016

Resenha: O Céu Noturno em Minha Mente

Título Original: The Night Sky in My Head
Autor: Sarah Hammond
Editora: Galera Júnior*
ISBN: 978-85-10449-6
Ano: 2016
Páginas: 288
Avaliação: ★★★
Sinopse: Mikey Baxter tem 14 anos, mas muitas coisas o diferenciam dos outros garotos da sua idade. Para começar, o pai está na prisão e a mãe se recusa a falar sobre o assunto. Ele sabe que, de alguma forma, isso está ligado à cicatriz em sua cabeça e ao fato de ele parecer ter mais dificuldade em entender certos assuntos do que os outros. Quando um misterioso assassinato ocorre em sua cidade e Mikey é o primeiro a chegar à cena do crime, ele não sabe o que pensar. O que o levou até ali? Quem teria matado o morador de rua da cidade, que parecia nunca ter feito mal a ninguém? E quem era o homem caipira que estava nos arredores?


Mikey Baxter tem 14 anos e uma vida conturbada: Seu pai está preso (algo que só iramos descobrir o motivo verídico no final da obra) e sua mãe, que evita falar do assunto, o cria com bastante cuidado, principalmente por causa de sua cicatriz em sua cabeça.

Mas essa cicatriz não é uma comum: além de uma certa dificuldade que ele tem de compreender as coisas, ela deu visões (ou lembranças, como flashback) de coisas que nem sempre ele gostaria de ver. Pelo fato de serem memórias de um passado não só dele, Mikey deu o nome de Pra Trás a esse fenômeno, por assim dizer.

"O Pra Trás é minha especialidade: vem como um filme da vida real e me mostra coisas que já aconteceram mesmo que eu não estivesse lá na época. Mas é sempre uma surpresa: nunca sei que parte do Pra Trás virá. Tenho de tomar cuidado e não ir longe demais, porque às vezes há coisas que não quero ver."
Página 13

 Mas o Pra Trás não havia sido tão assustador quanto o assassinato que ocorreu em sua cidade, sendo Mikey a "testemunha" chave para solucionar esse mal.

 A história de O Céu Noturno em Minha Mente tem uma carga de suspense que foi além do esperado, mesmo sendo um livro Juvenil. Se o Pra Trás é confuso e, até certo ponto, não entendemos se aquilo foi real ou parte de uma mente traumatizada por algo, logo a duvida vai se dissolvendo e enfim vamos compreendendo o que ali se passa.

 Entretanto, mesmo aos 14 anos quase 15, Mikey é um tanto imaturo para a sua idade, o que ameniza a carga dramática da obra e transmite um tom de inocência para o livro (e para o personagem).

 O céu noturno está bem nublado em minha mente (desculpe-me o trocadilho, não resisti). Não consegui definir se gostei ou não do livro, não consegui de fato expressar o que eu absorvi da obra, o que acarretou numa dificuldade de escrever essa resenha. Em uns momentos, principalmente no começo, me apeguei bastante a Mikey e seus mistérios. Contudo, a indexação de alguns personagens a história não me agradaram o suficiente, mesmo sendo importantes para o desenvolvimento da mesma.

  O Céu Noturno em Minha Mente é uma história simples, curta e original, mas não me apegou tanto o quanto parecia que ia, o que aparentemente é uma das poucas opiniões "adversas" sobre a obra, das qual já li. Ainda assim, fica a sugestão de leitura. 
*Parceria: Grupo Editorial Record, Selo Galera/Galera Júnior

14 de abril de 2016

Resenha: O Escaravelho do Diabo

Autor: Lúcia Machado de Almeida
Série: Coleção Vaga-Lume
Editora: Ática/Abril Educação
ISBN: 9788508001033
Ano: 1985
Páginas: 128
Avaliação: ★★★★★
Sinopse: Se você é ruivo e recebeu um escaravelho, cuidado! É o alerta que Alberto, aluno da Faculdade de Medicina, dá aos habitantes de Vista Alegre, depois da morte de Hugo. Com esse crime teve início uma terrível série de assassinatos.Mas o que não falta na cidade são cabelos vermelhos: Clarence, Maria Fernanda, padre Afonso, quem pode ser a próxima vítima? E qual a relação entre ruivos e escaravelhos? O que poderia estar pro trás de tudo aquilo? É o que o estudante precisa descobrir antes que aconteça novo crime.



 Um dos principais livros da clássica Coleção Vaga-lume, sucesso nos anos 80 e 90 que reunia excelentes obras nacionais, O Escaravelho do Diabo é a resenha vez!

 Quando o irmão de Alberto, Hugo (ou Foguinho, como era conhecido por todos) recebeu pelo correio uma encomenda misteriosa, ele nem imaginava que estava sendo marcado para morrer, algo que veio a findar horas depois quando Foguinho foi encontrado, pelo seu irmão, morto com uma espada fincada em seu peito.

 Estava aberta uma sequencia de assassinatos que assustaria não só Alberto mas toda cidade de Vista Alegre. Levou-se um tempo para perceber padrões nos assassinatos: Além das futuras vítimas serem normalmente ruivas, eles recebiam a misteriosa encomenda pelos correios com o mesmo conteúdo: Um pequeno escaravelho. Alberto passa a integrar a equipe que busca resolver e solucionar o caso e, enfim entender e prender o assassino.


 Se você tem 20, 30 anos, provavelmente já ouviu algum comentário (positivo, necessariamente) referente a este livro. E ele realmente faz jus a tal fama. A história de O Escaravelho do Diabo é simples, objetiva e entretêm facilmente.

 De principio temos uma ambientação perfeita para uma série de crimes: uma cidadezinha com poucos habitantes, ainda com uma certa inocência instalada pela cultura do lugar (e pela sua época). Além disso, os personagens são sempre bem desenvolvidos, o que favorece a ligação história-leitor.

 Outros dois pontos importantes que ajudam no desenvolvimento da trama: Um é o fator tempo: A história não se passa da noite pro dia, ela navega por anos, desde o seu início até sua finalização. O outro é algo que aprecio bastante em livros desse âmbito policial: Não fazer ideia em nenhum momento de quem pode ser o responsável pelos crimes, apesar de deixar dicas implícitas que só depois que já sabemos o final compreendemos.

 Pode-se dizer que O Escaravelho do Diabo marcou época e que, como todo bom clássico, atravessará gerações (meu primeiro contato com o livro foi apenas no início de 2016). Altamente indicado a todos e 5 estrelas na conta!

~~~

 Bônus: Hoje (14/04), está sendo lançado nos cinemas de todo Brasil a adaptação do livro. Algumas modificações visíveis foram feitas (como Alberto ser uma criança - ?) mas só assistindo para conferir. Este é o trailer:

12 de abril de 2016

Resenha: Livro de Marcar Filmes

Organização: Increasy Consultoria Literária
Editora: Verus*
ISBN: 978-85-7686-500-1
Ano: 2016
Páginas: 200
Avaliação: ★★★★★
Sinopse: A ideia aqui é criar um registro de experiências cinematográficas e descontrair esse tema tão democrático e que desperta tantas paixões, sem a pretensão de ser um manual técnico. De Hollywood a Bollywood, passando pelas produções latinas, europeias e asiáticas, a ideia é curtir o maior número possível de longas, se desdobrar em maratonas e reconhecer a beleza de cada obra, mesmo das mais diferentes. O Livro de marcar filmes é um lugar para anotar os filmes a que assistiu em diversas categorias, aqueles que conquistaram o seu coração e os que ainda quer ver, enquanto descobre os premiados, que nenhum cinéfilo pode deixar passar.

Imagine se você pudesse carregar um "Skoob dos filmes" para onde você quisesse, anotando aquele filme que marcou sua vida, a filmografia dos seus atores, atrizes e diretores favoritos ou até mesmo aquele filme digno de uma Framboesa de Ouro (Oscar dos piores do ano). Essa é a ideia do Livro de Marcar Filmes, que segue a mesma linhagem do Livro de Marcar Livros, que também foi publicado pela Editora Verus no ano passado.


 Logo de cara o livro nos dá um breve tutorial de como deve ser feita a marcação, mas logo percebemos que estamos "livres" para anotar como quiser. Por exemplo, em "filmes que quero ver", optei por anotar de lápis para poder apagá-los da lista assim que assistir.


 Mas o aspecto primaz do diário sem dúvidas é poder anotar os filmes que estão de alguma forma marcado em sua vida, seja por ele ser um de seus favoritos ou detestados ou simplesmente por terem sido sua experiencia mais recente.

 

 Claro que os queridinhos não seriam esquecidos: No livro há espaço para você listar os seus atores, atrizes, heróis e heroínas favoritos. Também é possível classificar alguns filme pelos seus gêneros de destaque, como melhor figurino, fotografia, maquiagem, efeitos visuais, entre outros. Sua vez de ser um dos representantes da academia do Oscar. 

  

 Não há como esconder que o livro caiu como uma luva para mim. Além de servir com um diário de bordo onde posso anotar quase tudo que envolve a sétima arte, ele ajudou bastante a relembrar grandes filmes que já estavam no esquecimento, enquanto anotava.

 O Livro de Marcar Filmes serve não só para uso individual (no quesito informação) como também para trocar ideias (sem precisar esconder nada de ninguém, como é o de costume em um diário) com amigos. Imagina quanta indicação boa pode ser descoberta num grupo de 3 pessoas, por exemplo, possuindo esse livro?

 Super indicado a todos, principalmente a pessoas apaixonadas pela sétima arte.

 Dica bônus: Filmow, a rede social dos filmes e séries. Tem a mesma metodologia do skoob, onde você cadastra os filmes que já viu, quer ver, favoritos, entre outros. Confiram meu perfil e conheçam melhor a rede.


*Parceria: Grupo Editorial Record, Selo Verus

5 de abril de 2016

Resenha: O Bangalô

Título Original: The Bungalow
Autor: Sarah Jio
Editora: Novo Conceito
ISBN: 978-85-8163-803-4
Ano: 2015
Páginas: 320
Avaliação: ★★★
Sinopse: Verão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos. No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora.  Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso. O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas... Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.


 Anne Calloway é uma senhora de idade, vivida e um tanto satisfeita com sua vida. Sua neta Jennifer é um dos seus tesouros e orgulhos a ser deixado. Mas para que essa história exista, Anne precisou voltar ao tempo. Depois de receber uma carta de Bora Bora pedindo que ela retorne aquela ilha, suas memórias preenchem sua mente e coração e então ela decide abrir-se com sua neta.

 Anne era uma moça dedicada, feliz e comprometida com o jovem, rico, bem sucedido e apaixonado Gerard. Porém em seu interior um vazio a preenchia, algo inexplicável que só ela poderia entender. Quando sua melhor amiga Kitty decide voluntariar-se para ser enfermeira de guerra, interrompendo por um tempo seu noivado, já que ela precisou partir para Bora Bora.

 Foi naquele âmbito terrível que ela redescobriu a vida: As atrocidades da guerra, a ambição do ser humano e, claro, um novo amor: Westry. Diferentemente da maioria dos brutamontes que ali estão, Westry demonstra-se uma pessoa sensível e a paixão é reciproca. Foi na praia de Bora Bora, num lugar isolado de todos, que Anne e Westry descobriram um bangalô e fizeram dali seu porto seguro... até um assassinato ser presenciado por ambos e por um ponto de interrogação no futuro deles.

"A paixão acaba mas o amor perdura."
Página 103

 O Bangalô é um livro sensível no ponto de vista romântico e não dramático. Num período tenso e pesado da história, Sarah Jio decidiu não se apegar tanto ao caos do momento e fez da Segunda Guerra Mundial um plano de fundo para sua trama, o que me incomodou um tanto.

 Os personagens são distintos e, em sua maioria, ou você ama, ou você detesta. Exemplos práticos disso são Anne, Westry e Gerard, personagens que possuem valor e peso na obra (ainda que uns mais que outros), sem deixar-se influenciar diretamente pelo horror da guerra. O contrário de Kitty e o coronel Donahue, personagens que me irritaram na maioria do tempo.


 O grande problema da história em si foi a falta de intensidade. Como já havia citado, a guerra como plano de fundo apenas não foi uma atitude tão acertada da autora, em meu ponto de vista. Ainda que a forma que a história é contata (quase um flash back) tenha agradado, a conclusão foi outro ponto baixo não convenceu nem um pouco.

 De fato, O Bangalô possui uma leitura agradável e fluida, se lido sem compromisso e grandes expectativas. Uma experiencia diferente de leitura para mim, que de certa forma, valeu a pena. Uma boa pedida para quem curte dramas com aura de romance. 

1 de abril de 2016

Caixa do Correio #09 - Março


  Se Março não foi um mês tão produtivo nas leituras com direito a bloqueio criativo, não se pode dizer o mesmo das novidades que apareceram para mim. A Caixa de Correio #09 (Março/2016) trás de clássicos da literatura nacional e mundial à suspenses de tirar o fôlego. Lembrando que alguns já foram resenhados aqui no blog e os links estão disponíveis abaixo. 

Confira:
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