30 de julho de 2014

Parceria: M.L Pontes

 Olá pessoas!

 Cá estou de novo para anunciar mais um parceiro pro blog. E não, não é postagem repetida haha. Trata-se do autor Marcelo Lacerda Pontes (ou apenas M.L. Pontes), autor da série Algoritmos Sagrados (Almas Seladas e Mascaras Reveladas, primeiro e segundo volume da série respectivamente), publicados pela Modo Editora.

 Sem mais delongas, conheçam autor e obra:
Sobre o Autor
Marcelo Lacerda Pontes, nasceu em São Paulo Capital. Quando pequeno, se mudou para Taubaté, terra de José Bento Renato Monteiro Lobato onde, na “Chácara do Visconde”, conheceu as obras deste gênio da literatura que encantou-o com a magia de seus livros infantis. Entre seus amigos, se destacou trocando as brincadeiras de rua pelo amor as artes: músico, pintor, escultor e escritor, desenvolvendo seus primeiros trabalhos artísticos ainda jovem.

 Influenciado pela cultura literária dos RPGs (Role-playing game) no início dos anos 90, começou a escrever seus primeiros contos e, no ano de 1997, já possuía sua primeira obra publicada, sendo um dos percursores deste gênero no mercado brasileiro. Após passar por dificuldades financeiras, um quadro triste vivido pelos artistas brasileiros, decidiu largar sua paixão pelas artes e se dedicar ao curso de Nutrição, onde se formou pela Universidade de Taubaté.   Entretanto, seu hobby pela arte nunca foi esquecido e, sendo um leitor dedicado à pesquisa de grandes obras de simbologia e profecia, durante seus estudos entre as aulas mestradas no campus, decidiu escrever umas das mais intrigantes sagas que, em sua linguagem simples, vem se inovando na literatura, conquistando seus leitores e apresentando uma nova linha de livros para jovens.

Informações sobre a obra
1ª Edição
Sinopse: No ano de 1992, no dia 29 de fevereiro, duas crianças predestinadas nascem: Layla e Victor. Layla passa por todo tipo de sofrimento, pessoas queridas, morrem em acidentes bizarros, e a cada morte, uma nova cicatriz aparece em seu corpo. Victor ao contrário, tem uma vida perfeita, um garoto que nasceu incapaz de sofrer. Victor e Layla se encontram e se apaixonam, um amor sem limites. O romance tinha um destino certo, à felicidade, mas eles não sabiam que eram peças de um complexo jogo entre o bem e o mal chamado: Algoritmos Sagrados.

Layla uma jovem gótica vive rodeada de dor, onde seus amores são ceifados, enquanto Victor tem uma vida rica, cheia de oportunidades e conforto. Pela ironia do destino eles se encontram, algo que parecia impossível, se torna realidade: um amor entre a tristeza e a felicidade.

Uma história paralela ocorre dividindo a atenção do leitor: Rogério, chefe do departamento do CLA (Centro de Lançamento de Alcantara) descobre segredos que envolvem uma antiga força que, de forma invisível, influencia a vida das pessoas. As antigas perguntas sobre o bem e o mal serão respondidas, e o céu e inferno nunca mais serão os mesmos: esse é o universo dos Algoritmos Sagrados.

2ª Edição
Título: Almas Seladas 
Série: Algoritmos Sagrados 
Classificação: Literatura Fantástica
Editora: Modo Editora
Páginas: 225 (Edição 1), 215 (Edição 2)
ISBN: 978-85-65588-23-2

Onde Comprar
 Modo Editora


Um livro que promete bastante e que em breve será resenhado aqui e algumas novidades referentes a serie. Obrigado ao Marcelo Pontes pela parceria! 

29 de julho de 2014

Parceria: Marcelo Hipólito

 Olá pessoas!

 Tem mais literatura fantástica por aqui! Venho hoje com gratidão apresentar o mais novo autor parceiro do blog Cantina do Livro. Trata-se de Marcelo Hipólito, escritor de diversos livros como O Mago de Camelot, Osíris: Deus do Egito e Lúcifer: O Primeiro Anjo.

 Para quem ainda não o conhece, esse é o momento:
Sobre o Autor
MARCELO HIPÓLITO  é um escritor brasileiro, nascido em São Paulo. É autor dos romances O Mago de Camelot: a saga de Merlin para coroar um dragão (Novo Século, 2013), Osíris: deus do Egito (Marco Zero, 2009) e Lúcifer: o primeiro anjo (Marco Zero, 2006).

 Hipólito participa das antologias Fiat Voluntas Tua (Multifoco, 2009) e Metamorfose: a fúria dos lobisomens (All Print, 2009). Além disso, é autor do e-book Dullahan: os cavaleiros sem cabeça (Navras Digital, 2013) e coautor de diversos contos publicados em língua inglesa, nos Estados Unidos, Reino Unido e Espanha, dentre os quais se destaca Eternal Grief, indicado para melhor conto de horror nos Estados Unidos, em 2003, pelo Preditors & Editors Readers Poll. Hipólito é também diretor de três filmes de curta-metragem de ficção, roteirista de cinema e produtor de teatro.


Informações sobre a obra

Sinopse: ​De uma infância pobre e sofrida à irresistível ascensão aos salões dos grandes reis; de um começo sem esperanças ao despertar de um poder inigualável, invejado e temido, Merlin, é levado a se tornar o homem mais influente da Idade das Trevas. Confidente supremo do rei Artur e maior conselheiro da corte de Camelot.  Misterioso e enigmático. Amado e odiado. Druida, monge e mago. 

 Na Britânia do Século V da Era Cristã – abandonada pela queda do Império Romano à barbárie dos invasores saxões –, Merlin surge para impor um novo tipo de rei a um povo abatido e desesperado, alterando, para sempre, não apenas o destino dos britânicos, mas de toda a humanidade.

 A saga de um homem determinado a erigir uma civilização de paz e justiça numa terra devastada pelo caos e a guerra em uma aventura épica e brutal que equilibra realismo duro com doses amargas de magia. 

Título: O Mago de Camelot: A Saga de Merlin Para Coroar Um Dragão
Classificação: Ficção; Literatura brasileira
Editora: Novo Século/Novos Talentos da Literatura Brasileira
Páginas: 156
ISBN: 978-85-428-0059-3

Onde Comprar

 Agradeço ao Marcelo Hipólito pela atenção e por ter firmado parceria com o blog. Em breve, mais novidades sobre parceiro e obra por aqui. 

25 de julho de 2014

Resenha: Diário do Farol

Título Original: Diário do Farol
Editora: Nova Fronteira
Autor: João Ubaldo Ribeiro
ISBN: 8520912427
Ano: 2002
Páginas: 304
Avaliação: ★★★★★
Sinopse: 'Diário do farol' é o relato autoral de um clérigo amoral e inescrupuloso, que no outono da sua existência resolve inventariar seu rosário de maldades, perpetradas com requintes extremos desde a infância no seminário - de início, sob o pretexto de vingar os maus-tratos do pai; posteriormente, ainda mais sofisticadas, devido ao desprezo de uma mulher. Auto-exilado numa ilha onde pontifica um farol, o bilioso e mesquinho padre dialoga com o leitor para provocá-lo com uma realidade na qual não há bem ou mal, e assim tentar demovê-lo de qualquer noção redentora. Conseguirá? Para ele, não há transcendência, o Universo nos é indiferente e a todos foi negada essa Revelação. Não por acaso, o farol de sua ilha chama-se Lúcifer, 'aquele que detém a Luz'. João Ubaldo Ribeiro, através de sua prosa, lembra o leitor que não há paradeiro para a crueldade humana - nem na realidade, nem na imaginação dos grandes criadores, nem mesmo na do maior deles.
ESTA RESENHA PODE CONTER SPOILERS

  João Ubaldo Ribeiro era escritor, jornalista, roteirista e membro da Academia Brasileira de Letras (cadeira 34). Nascido em Itaparica, a 23 de janeiro de 1941 - † Rio de Janeiro, 18 de julho de 2014. Autor de obras significativas da literatura baiana, brasileira e mundial, Ubaldo possuía um jeito próprio, criativo, cômico e inteligente de narrar seus livros, que se observa com clareza em Diário do Farol.

  Diário do Farol é um livro intenso, narrado em primeira pessoa por um psicopata louco que põe em dúvida todo tempo a veracidade da história e a conduta humana. É o âmago da mente de um doente em forma escrita; seus porquês e como ele se mostra ao mundo, mas, acima de tudo, é um escrito para refletir aonde vai a demência humana; até onde conseguiremos aprisionar o louco que existe dentro de cada um?

  A manipulação nesse livro é constante; Ubaldo tentou pôr à prova a convicção existente em nós e nos pôr a pensar sobre questões polêmicas, como fé, ciência e a demência. Em suas primeiras páginas o escritor do relato nos induz a acreditar que o que ele escreve é vero. “O conteúdo desta narrativa é honesto, corajoso e escrupulosamente verdadeiro (...)” e não deixa de ser honesto em momento algum. A verdade é mutável. E, mais ainda, ela é o que você acredita. Não há uma verdade universal em que se possa acreditar. 

  No decorrer do livro ele conta as suas peripécias, como seu pai o tratava, o abuso que sofria desde pequeno. Apenas sua mãe ficava ao seu lado e ela lhe foi tirada de forma brusca e dolorosa. Sempre sabendo o que havia acontecido à sua mãe, ele foi em busca de vingança; lenta e dolorosa vingança porque a vingança é um prato que se come frio

  Enviado a um seminário, contra a sua vontade, ele começa a planejar sua vingança aos poucos. Usa de métodos inescrupulosos para conseguir o que quer, e comete vários delitos. Sempre com a imagem e a voz de sua mãe em sua cabeça. E com muito mais sede de vingança. Infelizmente, acaba se apaixonando por uma mulher adorável após sair do seminário. Mas ela é noiva e eles mantêm um romance proibido, no qual ela opta por ficar com seu noivo. É o mais fácil e o certo a se fazer. Embora nem tudo que é fácil tenha um bom final.

  É difícil acreditar em algumas coisas que o narrador conta, mas que são reais. “A realidade, sim, é muitíssimo mais inacreditável do que qualquer ficção.” Essa frase é uma das que aumenta mais ainda a possibilidade de ser real esse relato. É espantoso como ele comete os crimes e não sente nenhum remorso, nenhum sinal de culpa. E é exatamente isso o que se vê dia após dia nos jornais; traições, pessoas matando outras, mulheres sendo estupradas, crianças sendo vítimas de maus-tratos e seus opressores ficando livres. A época que se passa o relato é outra, mas os problemas são os mesmos.
(...) o final poderá ser falso – o que ainda não sei, porque acabo de começar e não pretendo fazer revisões, para não ser traído pela improvável, mas possível, tentação de alterar, mesmo que sutilmente, fatos que não devo e não quero alterar."
Página 9
O relato é real, apenas contado de uma perspectiva diferente. 

  “Não confie em ninguém” é a única frase contida na epígrafe do romance, e nenhuma outra se encaixaria tão perfeitamente para a narrativa e para a vida. Deve-se desconfiar confiando.

21 de julho de 2014

Kindle Unlimited: Amazon anuncia "Netflix dos livros" por US$ 10 ao mês

Fonte: TECMUNDO

  Amazon confirmou nesta sexta-feira (18) os rumores que prenunciavam o lançamento do Kindle Unlimited, espécie de “Netflix de livros” desenvolvido pela empresa. A partir de agora, quem decidir pagar uma mensalidade de US$ 9,99 à empresa pode ter acesso a um catálogo formado por 600 mil livros, cujo acesso pode ser feito a partir dos e-Readers fabricados pela companhia ou por apps para o iOS, Android, Windows e Mac OS X.

  Segundo a Amazon, em um momento inicial o serviço também vai oferecer acesso a uma biblioteca formada por mais de 2 mil livros de áudio disponíveis no Audible. Entre as opções disponíveis estão sucessos como as séries Harry Potter, Jogos Vorazes e O Senhor dos Anéis — além de poder ler qualquer um dos títulos à disposição, os consumidores vão poder mantê-los em seus dispositivos durante um tempo ilimitado.

Catálogo ainda restrito
  Vale notar que, embora 600 mil títulos seja uma quantidade respeitável, esse número representa somente uma fração dos milhões de ebooks disponibilizados pela empresa. Contatada pelo site Mashable, a organização preferiu não mencionar as parcerias que realizou, tampouco especificou os termos que estabeleceu com as editoras participantes da novidade.

  Os serviços por assinatura têm se provado uma aposta lucrativa para empresas de internet nos últimos cinco anos. Serviços como Netflix, Hulu, Spotify, Pandora e Beats Music já tornaram comum a ideia de pagar para acessar bibliotecas de filmes e séries através de streamings, e é natural que os livros sigam os mesmos caminhos. Embora algumas bibliotecas já ofereçam o aluguel de ebooks, a Amazon garante que o Kindle Unlimited se mostra mais vantajoso ao não impor as mesmas restrições de prazos e quantidade de títulos vistas em serviços do tipo.

  Consumidores interessados no serviço podem aproveitá-lo durante um período gratuito de 30 dias antes de optar por uma assinatura. Vale notar que o serviço não está disponível para usuários brasileiros, embora haja maneira de contornar essa situação para poder aproveitar da novidade.

19 de julho de 2014

Nova Colunista/Colaboradora

  Fala pessoas!

  Depois de um período "em hiatus", volto pra anunciar a nova colaboradora do Cantina do Livro e, de quebra, a nova coluna do blog (se assim pode-se chamar). 

  Tendo em vista que a literatura tradicional brasileira (aquela mesmo que para muitos é chata) é pouco vista em blogs, decidi convidar alguém que seja admiradora éh noix! desse gênero literário para postar resenhas quinzenalmente sobre alguns livros da nossa literatura que mereçam destaque: A Jessica Farias. 

  Conheçam-a☟:
Jessica Farias, agosto de 1997, leonina com um mapa astral desastroso. Baiana com orgulho. Estudante de Letras. Apaixonada por literatura brasileira, alemã, russa e portuguesa. Escritora amadora, amante de teatro e música. 

Favoritos:
Livro: Éramos Seis, Maria José Dupré;
Série Literária: Orgulho e Preconceito;
Filme: La vie d’Adèle;
Série de TV: NCIS;
Ator: Jared Leto, Audrey Hepburn, Adèle Exarchopoulos;
História em Quadrinhos: Azul é a Cor Mais Quente;
Banda: 30 Seconds To Mars.

  Breve, a primeira postagem dela. Deixo aqui meus votos de boas vindas à Jessica tanto à blogosfera quanto ao Cantina do Livro!

18 de julho de 2014

Biografia: João Ubaldo Ribeiro

  João Ubaldo Osório Pimentel ( Itaparica, 23 de janeiro de 1941 — Rio de Janeiro, 18 de julho de 2014) foi um escritor, jornalista, roteirista e professor brasileiro, formado em direito e membro da Academia Brasileira de Letras.

 João Ubaldo nasceu na Ilha de Itaparica na Bahia, em 23 de janeiro de 1941, na casa de seu avô materno, à Rua do Canal, número um, filho primogênito de Maria Felipa Osório Pimentel e Manoel Ribeiro. O casal teria mais dois filhos: Sonia Maria e Manoel. Ao completar dois meses de idade, João muda-se com a família para Aracajú, SE, onde passaria a infância.

 Em 1947 inicia seus estudos com um professor particular. Seu pai, professor e político, segundo o biografado, não suportava ter um filho analfabeto em casa. Já alfabetizado, em 1948 ingressa no Instituto Ipiranga. 

2 de julho de 2014

Resenha: A Ilha de Kansnubra

Título Original: A Ilha de Kansnubra e o Portal Perdido
Editora: Novo Século
Autor: Andrews Ulisses
ISBN: 978-85-7679-950-4
Ano: 2013
Páginas: 280
Avaliação: ★★★★
Sinopse: Garley é um tímido estudante de dezesseis anos que encontra um misterioso medalhão de ouro e é transportado a uma ilha chamada Kansnubra. Localizado no enigmático Triângulo das Bermudas, este fantástico lugar é palco de mago, bruxas e dragões. Para encontrar o portal perdido e retornar a sua vida normal, Garley deverá criar coragem e cumprir uma missão. Com a ajuda de Aldrich, Johnny, Laura, Jorge e Alix, eles partem em direção ao Monte Tylan, mas monstruosas criaturas e poderosos inimigos cruzam o caminho dos jovens. Será que Garley conseguirá enfrentar seus medos e alcançar o objetivo? 








  Garley era mais um garoto normal da pacata cidade de Kastreen's Pick. De família humilde para não dizer pobre, ele sempre foi motivo de chacota dos outros alunos do Colégio Braghton, principalmente pelos "valentões". Um dia depois de estar fugindo dos manda-chuva, Garley se deparou com um medalhão largado no chão, com um brilho incomum e símbolos estranhos contidos nele. Seria ouro? Aquilo poderia mudar significativamente a vida de sua família por um certo tempo. Decido, ele levou-o para casa. Mal imaginava ele que aquele medalhão iria "abduzi-lo" mais tarde para a misteriosa e fantástica Ilha de Kansnubra.

  A ilha é dividida em cinco grandes cidades, com 3 grupos diferentes espalhados: Os Pelvins (povo mágico), Os Lugans (mágicos também, porém com poderes limitados) e os Estrangeiros, povos que vieram de fora. Quando era um país com grandes riquezas, Kansnubra era bastante assediada. Zoxer, um antigo mago poderoso, pensando em protege-la, encantou a ilha, ocultando a para o mundo exterior. Ou seja, "quem tá dentro não sai, quem tá fora não entra". 

  Confuso e perdido, Garley termina indo parar na casa do mago Aldrich para pedir ajuda. Logo, ele descobre que aquele medalhão era de responsabilidade do mago, que o havia perdido. O medalhão servia como peça para atravessar um portal que levava de Kansnubra ao mundo exterior. Problema: Não sabe-se onde está o portal, apenas que ele provavelmente estaria sob posse do vilão desaparecido Zallezeres. Garley precisava voltar para casa. Disposto a ajudá-lo, Aldrich decide que irá com ele em direção ao Monte Tylan, passando pela temível floresta que ninguém (ou quase ninguém) atreve-se a adentar. De gigantes escorpiões à dragões e "povos desumanizados".

  Visando diminuir os riscos daquela viagem, ele apresenta Garley ao seu primo Jhonny, que possuem itens que o ajudarão na missão. Dentre esses itens, está o mapa da floresta que estaria destinado, segundo uma profecia, ao Herdeiro do Cavaleiro Dourado para que (ainda segundo a profecia) defendesse a ilha de um perigo capaz de destruir quase todos. Com isso, Jhonny e sua familia (Mulher Laura e seus filhos Jorge e Alix) decidem juntar-se a eles nessa perigosíssima missão. 
  
  Para ir, eles precisavam de armas (não armas de fogo, que eram proibidas na ilha), mas espadas e arcos. Tradicionalmente, sempre que comprada uma espada numa das loja, o comprador tinha direito de erguer a espada que um dia foi do Cavaleiro Dourado, morto pelas mãos de Zallezeres. Daquele dia adiante, ninguém jamais havia conseguido tal façanha. Feito não tão difícil de ser realizado pelo (agora Herdeiro) Garley. Seria coincidência Garley ir parar naquela ilha? Porque ele se tornou "o Herdeiro"? 
  
  Esses são os mistérios explícitos de A Ilha de Kansnubra e o Portal Perdido, que ainda traria grandes revelações e surpresas no decorrer da leitura que, diga-se de passagem, flui tão facilmente que os capítulos se tornam imperceptíveis (em relação a duração). Ainda que não seja uma literatura fantástica tão grandiosa, a obra possui uma simplicidade incrível e consegue sem esforço cativar o leitor... E olha que, para um livro conseguir tão proeza comigo não é fácil. Quanto aos personagens, apesar de que alguns poderiam ser melhor explorados (como Alix e Laura), a química entre eles é forte e se encaixam completamente. A história de Zallezeres também é um dos pontos altos do livro. Reveladora e surpreendente.  Enfim, A Ilha de Kansnubra e o Portal Perdido é um excelente passatempo e uma aventura divertida e boa de se ler. Literatura com selo nacional de qualidade. Vale a leitura. 
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